Abordagem
Intervir com as pessoas, não apenas sobre as pessoas.
A nossa metodologia é simples de enunciar e exigente de praticar: quem vive uma realidade participa na sua leitura, na definição das respostas e na avaliação dos resultados.
Processo
Sete movimentos.
Não são fases rígidas. São movimentos que se repetem e se cruzam ao longo do tempo, com o ritmo de cada pessoa e de cada território.
- 01
Escutar
Começamos por ouvir pessoas, famílias, profissionais e comunidades, sem pressupor o diagnóstico.
- 02
Compreender
Organizamos a informação recolhida, cruzamos perspetivas e identificamos necessidades e recursos existentes.
- 03
Participar
Criamos espaços em que quem é afetado pelas decisões participa efetivamente na sua definição.
- 04
Co-criar
Desenhamos respostas com as pessoas e com as instituições do território, não em gabinete fechado.
- 05
Experimentar
Testamos em pequena escala, de forma cuidadosa e reversível, antes de propor modelos mais amplos.
- 06
Avaliar
Documentamos o processo e os resultados, incluindo o que não funcionou, para aprender com rigor.
- 07
Transformar
Consolidamos o que funciona, partilhamos conhecimento e procuramos efeitos duradouros na comunidade.
Instrumentos
Métodos que usamos no terreno.
- Diagnóstico participativo
- Entrevistas
- Grupos focais
- Photovoice
- Storytelling
- Abordagens comunitárias
- Apoio psicossocial
- Desenvolvimento de competências
- Empregabilidade
- Acesso à habitação
- Parcerias institucionais
O trabalho psicossocial é realizado por profissionais e em articulação com serviços competentes. Não apresentamos resultados clínicos nem afirmações científicas que não estejam devidamente documentadas.
Quem conhece melhor um problema é quem o vive. O nosso trabalho é criar as condições para que esse conhecimento conte.
